20.11.12



                    Olafur Arnalds ft. Haukur Heidar Hauksson - A hundred reasons
 

The laughter and the lie in our life
That is where I find, a hundred reasons why

I will follow you into this; I will make sure we'll stay right here; I will find a way to stay alive; I will follow you into this; I will make sure we'll stay right here; I will find a way to stay alive; I will find a way to stay alive; I will follow you the way back home; I will find a way to stay alive; I will follow you into the end; I will make sure we'll stay right here; I will find a way to stay alive; I will follow you into this; I will make sure we'll stay right here; I will find a way to stay alive; I will follow you into this; I will make sure we'll stay right here; I will find a way to stay alive; I will follow you into the void.

16.11.12

todos os dias lido com projectos na ordem dos milhões ou milhares de milhões de dólares. falar em "ks" ou "bis" é quase corriqueiro. mas é triste constatar que quem fala em "ks" ou "bis" numa base diária desconsegue perceber o que se passa no mundo real. vivo nesse mundo ambivalente todos os dias.

15.11.12

eu até gostava de ter algo a dizer acerca daqueles do costume de aparecem em manifestações vindos não se sabe de onde ou com que intenções. sempre de cara tapada. sempre ameaçadores. sempre suspeitos. eu até gostava de ter algo a dizer acerca da carga policial em frente ao maior símbolo do estado. e de como o maior símbolo do estado ficou limpo de contestação em poucos segundos. eu até gostava de ter algo a dizer acerca dos velhos que vi levar bastonadas, das mulheres que vi em choque, das lágrimas, dos miúdos assustados, da estupefacção geral. eu até gostava de ter algo a dizer acerca do absurdo que se seguiu durante horas. e acerca do assalto à baixa da cidade, e das sirenes que ouvi insistentemente rua abaixo. eu até gostava de ter algo a dizer acerca das palavras dos altos representates da nação acerca do assunto. eu até gostava de ter algo a dizer acerca de tudo isso. mas fiquei sem outras palavras que não estas: ontem, às 18.16h abriu-se uma caixa de pandora. eu vi em directo no stream da RT. e não consegui conter as lágrimas. já não consigo sentir raiva. só uma profunda tristeza. e é esta impotência que nos rouba a liberdade.

13.11.12

caro director-geral da autoridade tributária,
 
na impossibilidade de responder directamente para o endereço de onde recebo as suas simpáticas comunicações, venho por este meio mandar-lhe um recado - eu não vou pedir facturas de todos os cafés que tomo. por isso, páre de me enviar emails da treta a exaltar as obrigações do contribuinte e enfie os 250 euros de (im)possíveis beneficios pelo cú acima.
 
a contribuinte

7.11.12

depois de cerca de seis anos de ausência, ontem voltei ao Café Buenos Aires. ao fim de uns minutos, tive um brutal ataque de alergia devido ao pó que circulava no espaço - indetectável ao comum dos mortais, suponho. tive de acabar o jantar a correr de modo a sair rapidamente daquele espaço. quando cheguei à rua tinha o nariz, a garganta e os olhos numa lástima. vou naturalmente assumir este episódio como a prova irrefutável de que não posso de todo estar em espaços com veludos, livros ou papel antigo juntamente com  ventoinhas  que fazem pulular particulas pelo ar. mas eu até podia ver nesta sequência algo mais encriptado e retorcido -  não se volta onde já se foi feliz. a comida também me soube bastante mal por sinal.
do Saramago (porque ontem estive a arrumar livros dele):
Memorial do Convento - é o livro. grandes personagens, grande narrativa, grande imaginário, grande construção de palavras. brilhante.
Ensaio sobre a Cegueira - não tendo, nem por sombras, a genialidade do Memorial, é uma espécie de relato cinematográfico muito bem conseguido, alavancado na descrição convincente de como o ser humano facilmente se torna uma besta.
Levantado do Chão - tem alguma graça pelo notório calor do momento político em que foi escrito.
Jangada de Pedra - tem piada pela representação do isolamento  lusitano mais ou menos auto infligido e da (ainda que sempre algo tímida) afirmação da nossa condição de não alinhados nesta coisa que se chama europa. É quase um statement de uma espécie de orgulhosamente sós e à deriva em permanência mas gostamos da viagem pá!  A portugalidade,  sempre hesitante entre o este e o oeste ,até que uma força semi-oculta empurre o destino em direcção a algures.
O Ano da Morte de Ricardo Reis - tem especial interesse se for lido por alguém que gosta muito de Lisboa e está fora de Lisboa. eu gosto muito de Lisboa e li-o fora de Lisboa. por isso, é dos meus preferidos. se o tivesse lido em outras circunstâncias talvez não tivesse o mesmo impacto.
As Intermitências da Morte - é um bom título para uma boa ideia mas que, na minha opinião, raras vezes passa disso ao longo de todo o livro.

Terra do Pecado, A Caverna, História do Cerco de Lisboa e Todos os Nomes - todos são bastante maus. a História do Cerco de Lisboa começa com uma ideia quase brilhante. depois perde-se e torna-se numa espécie de folhetim. na altura fiquei chateada!
Ensaio sobre a Lucidez - aborreceu-me de morte, embora reconheça que já andava com pouca paciência para o Saramago quando o li e por isso o problema até pode ser meu.
O Homem Duplicado e A Viagem do Elefante - ficaram pelas primeiras páginas por já não ter pachorra.

Manual de Pintura e Caligrafia, Caim e Clarabóia - são aqueles em que nunca sequer peguei.

resumindo: simpatizo com o Saramago e gosto (até bastante) de alguns livros do Saramago. era antes de mais um escritor coerente. mas raras vezes atingiu o génio. ainda assim, faço questão de ler os Cadernos de Lanzarote. um dia qualquer.

5.11.12

ao insistir afastar-me do sítio de onde sou, a vida tem-me vindo a tornar numa pessoa azeda. vale-me a música que me devolve ao conforto de casa. é extraordinário o efeito de uns fones nos ouvidos. não são só afinidades sonoras ou estéticas. é antes a prova de que o nosso sítio é lá.

Mogwai - Mogwai fear satan

porque falam uma língua que me parece extraordinariamente clara.

3.11.12

provavelmente esta foi a semana mais absolutamente inútil dos meus últimos meses.

1.11.12

eu odeio, mas odeio mesmo, conversas de gaja.
deve ser por isso que tenho poucas amigas.
a importância do sexo raras vezes ultrapassa o imediato. ultrapassando-o, o universo inteiro fica do avesso. mas, não se tratando de um desses raros eventos, salvo eventuais cócegas no ego, no dia seguinte o mundo continua absolutamente igual. por isso, poupem-me a dilemas existenciais ou conversas de sacristia. 

Godspeed You! Black Emperor - The dead flag blues

I said, "Kiss me, you're beautiful - these are truly the last days."

29.10.12

há muito tempo que não compro livros. jurei a mim mesma que antes ia ocupar-me de alguns dos imensos que tenho espalhados por casa. tenho vindo a confirmar que não consigo ler romances. divido-me entre a poesia, história e filosofia. quando o tempo me deixa, pelo menos. hoje peguei na "Breve História do Progresso" de Ronald Wright. 
começo o dia às 8.45. banho. cabelo. roupa. café. ligam-me às 9.45. ai e tal que já me tinham ligado duas vezes de paris por causa da conferência e coiso. era só às minhas 10.30, sabia lá eu que ia mudar a hora. aguentem-se e liguem mais tarde. despachar. carro. trânsito. garagem. elevador. 10.10, estou no escritório, organizo emails e preparo a conferência. 10.30, o telefone toca. cerca de meia hora de blablabla para aqui e blablabla para acolá. fim. confirmo outra conferência para as 11.30... ufa afinal nesta não é preciso eu estar presente. respiro, penso em beber outro café, desta vez descansada. o telefone toca novamente. atendo. saio disparada para apanhar alguém algures na cidade e levar de urgência para o hospital. são 13.30, estou cansada.

28.10.12

e bon iver foi assim-assim, por isso não vai deixar memória.

20.10.12


Ólafur Arnalds & Nils Frahm

não sei do que gosto mais no ólafur arnalds: se do ar alienado, se da voz nervosa, se da aparente simplicidade, se do sorriso envergonhado, se da jovialidade crescida. mas gosto, definitivamente, do génio. e do nevoeiro que cria com o som.

18.10.12

segunda-feira levantei-me às 7h e estive a trabalhar até às 22.30h, sem parar. terça-feira levantei-me às 8h e estive a trabalhar até à meia noite, sem parar. ontem acordei às 8.15h e estive a trabalhar até às 2h da manhã, sem parar. hoje acordei às 8.15h e não sei até que horas vou estar a trabalhar, sem parar, mas há-de ser até amanhã. não se trata de nenhum pico de trabalho em especial. é o meu dia-a-dia desde há muito tempo. por isso irrita-me bastante quando oiço alguém que trabalha das 9h às 17h (ou, em certos casos, menos) dizer que  está muito cansado e tal porque trabalha muito e tal e não têm tempo para estar com os filhos e tal, nem para ter vida como ir ao cinema, ou jantar, ou fazer desporto, ou outras coisas do género e tal. é que eu não tenho sequer tempo para pensar nisso. nem para estar cansada. por isso, evitem ter esse discurso ao pé de mim sob pena de me dar as iras e mandar alguém para o caralho. dito.
 
 

15.10.12

há pouco mais de cinco anos, escrevia sobre Bamako,filme de Adderrahmane Sissako que acabara de ver no Dockanema em Maputo. escrevia com raiva. ainda que temperada pela inocência própria de quem se espanta quando percebe a omnipresença do mal no mundo. foi em "Bamako" que, pela primeira vez, vi tão bem retratado o papel de organizações que parecem insuspeitas aos nossos olhos ocidentais. à minha raiva acrescia o profundo desalento que foi conhecer de perto o trabalho de algumas agências humanitárias , ou de cooperação, ou de ajuda internacional - ou o raio que os parta a quase todas -, que as mais das vezes não são mais do que grandes negócios. muitas vezes com propósitos deliberadamente desestabilizadores, manipuladores e perpetuadores da miséria. foi mais ou menos nessa altura que deixei de ter vontade de trabalhar para as nações unidas ou qualquer outra organização internacional do género. salvo raríssimas excepções, a política e os pequenos interesses de uma imensa minoria sobrepõem-se, quase sempre, à vida de quem não é mais que um número, uma estatística representada em dólares que, amealhados em banquetes de ricos, vão quase todos parar directamente ao bolso de outros igualmente ricos. tudo em nome dos pobres. a suprema barbárie, portanto. "Bamako" fala em primeiras vozes do sofrimento atroz, da manipulação pura, da descaracterização cultural e da aniquilação da identidade causadas pelas políticas imorais, torpes e gananciosas do alimentadores do banco mundial e do fmi. mas jamais imaginaria que viria a ver a europa sofrer com os efeitos do veneno que ajudou a criar. o texto termina assim; "No fim, e apesar de tudo, o filme acaba com uma certa esperança na mudança das coisas. Esperança que vem de pessoas que não têm razão nenhuma para esperar o que quer que seja. Uma esperança que, apesar de tudo, quase não existe no ocidente. A esperança de quem não tem nada a perder." na europa passa-se hoje o mesmo. propaga-se o sofrimento atroz, a manipulação pura, a descaracterização cultural e a aniquilação de identidades, destruídas às mãos das políticas imorais, torpes e gananciosas do banco mundial e do fmi. e, já agora, da bruxelas de hoje, e de todos os lobos financeiros que alimentam esses monstros insaciáveis. mas aqui, hoje, a esperança esvai-se e muita gente já não tem nada a perder. e é em momentos destes que o caos se sobrepõe à lucidez. é em momentos destes que a insanidade impera. resumindo,todo o sistema está alavancado num enorme embuste. e hoje, pela primeira vez, temo pelo futuro próximo da europa.

9.10.12


Oláfur Arnalds feat. Haukur Heidar Haukson - A hundred reasons

8.10.12

em 2008, em pleno processo desassossegado de ruptura com quase tudo, passei mais de duas horas com as lágrimas a cair pela cara abaixo. não era de tristeza. nem de infelicidade. era antes de reconhecimento. de  pertença. de regresso a casa. foi arrebatador. e deixou-me sem palavras. só com estrelas. tive vontade de ficar ali. para sempre. ali. assim. o tudo e o todo concentrado num momento. eterno. enorme.
 
em 2013, o dia 14 de fevereiro vai ser perfeito. mesmo que meta as mesmas lágrimas incontroláveis.
 
SIGUR RÓS. CAMPO PEQUENO.

(BILHETES COMPRADOS E RELIGIOSAMENTE GUARDADOS)

5.10.12

sonhei com o passado, algures no presente, segurando mais um pequeno futuro. no meio, uma parede de vidro como se houvesse passado, presente e futuro paralelos; ainda que sempre à distância de um breve esgar de olhos. olhos tristes, de um lado e do outro.

28.9.12

resumo da vida actual de x:

- are you alive?
- alive but without a life.

26.9.12

acabei 2011 com uma incrível sensação de despedida. comecei 2012 com um enorme vazio de tudo.

16.9.12


"Citoyens, vouliez-vous une révolution sans révolution?"

Robespierre


12.9.12

substituindo-se a parte anti-semita da coisa pela figura mais ou menos abstracta do poder financeiro, os Protocolos dos Sábios de Sião dão uma explicação bastante fiel do que se passa actualmente no mundo. o texto apareceu no final do século XIX. parece que andamos há dois séculos distraídos.

4.9.12

há não muitas semanas escrevia "quando as frases são as mesmas a história repete-se!".  confesso que, às vezes, me surpreendo com a extraordinária clareza mental com que vejo certas coisas. e isto, mais do que um talento, é um brutal desconforto.

desconheço-me no que fui. é estranha a lucidez.

3.9.12

é pior a angústia do não saber porquê, do que o luto do que se sabe findo.

2.9.12

tenda, grilos, ondas, lua cheia e mazzy star. também houve estrelas cadentes. e desejos sussurrados. das férias fica-me a cor. e um sonho em que viajei por vários tempos.

31.8.12

está-me a voltar a vontade de escrever. mas só me saem frases sem nexo. é mais ou menos como estou por dentro.

29.8.12

acordei em modo leonard cohen.
vou ouvir até enojar. pode ser que passe.

28.8.12


Paris, Texas - Wim Wenders

porque é um dos filmes que me acompanha, 
e porque hoje me faz todo o sentido.

cá em casa, são elas que mandam!

27.8.12

lisboa acordou cinzenta. abrir o email pessoal. inbox - 93. ler e apagar. abrir o email profissional. inbox - dezenas. ler, encaminhar e apagar. aguardar instruções de joanesburgo e de londres. por creme no corpo a ver se a cor se mantém. vestir. tomar café. comer meio queijo fresco com framboesas e linhaça. abrir o facebook onde alguém escreve "ai e tal que saudades de castanhas assadas!". foda-se! o email profissional não pára de apitar, plim, plim, plim... não parece, mas ainda estou de férias sim. e lisboa acordou cinzenta. como eu.

Sigur Rós - Vardeldur

porque tudo aqui me é incrivelmente familiar.

26.8.12


The new pornographers - Challengers

eu não sei bem porquê mas tudo nestes sons e nestas imagens me deprime.
nem as cores mascaram.

14.8.12

não sei o que se passa com o universo, mas parece-me bastante estranho que de há umas semanas a esta parte tenha começado a ser contactada por várias pessoas de quem já não tinha notícias vai para ano e anos!

11.8.12

a minha casa transformou-se numa enorme bola de pêlo de gato! 

socorro!

8.8.12

acordei e já estava atrasada. cheguei ao trabalho. despachei coisas. acabei um relatório. consegui por outro a meio. corrigi trabalhos. almocei à pressa. não lanchei. não jantei. recebi uma mensagem que me deu nos nervos. fumei um cigarro, fumei dois, três, seis. acabei com o maço. comecei a responder. enviei. cheguei a casa já era dia seguinte. já estou a imaginar o chefe amanhã na praia com o ipad a ler aquilo e a pensar a minha xizinha passou-se dos cornos. entretanto alguém já me respondeu com um que mensagem mais espectacular. mas temo ter criado um incidente diplomático. foda-se! não tenho tabaco.

6.8.12

há dias, tive notícias de alguém que, em tempos, me foi demasiado próximo. por razões gerais da vida, e por outras mais pessoais, a distância já dura há muitos anos. ao princípio fez-me confusão. depois habituei-me. e agora, na verdade, é raro lembrar. no entanto, tive notícias. e as suspeitas que eu tive há anos, confirmam-se hoje - as pessoas, por vezes, escolhem de forma consciente ser infelizes. e nessa escolha, quase sempre, acarretam um ror de gente. é triste. e desde então eu própria me sinto estranha. como se a tristeza se me tivesse pegado.

2.8.12

para fazer um trabalho preciso de analisar um pacote de documentos. como não me querem disponibilizar cópias em papel, convidaram-me a ir consultar os documentos a joanesburgo com tudo pago. eu respondi que me dava mais jeito londres ou paris, sei lá ... a minha vida anda a roçar o surreal. e é isto!


22.7.12

estar longe:

- recebi a notícia da morte de duas pessoas conhecidas;
- fui contactada por meia dúzia de pessoas com quem já não falava há anos;
- testemunhei à distância a covardia de quem se acha esperto e não passa de mais um idiota como os demais;
- testemunhei de perto que os laços que se criam em certos momentos da vida não se desfazem pela distância;
- percebi que, de facto, há pessoas que simplesmente não percebem o mal que fazem ao próximo e, portanto, também nunca vão entender porque razão esse próximo quer mais é vê-los pelas costas;
- percebi, também, que há coisas que já não doem.

21.7.12

de maputo: hoje pela manhã, enquanto ia pela rua, percebi o porquê de amar tanto este povo - os olhos das gentes riem. é isso! adoro, adoro, adoro os moçambicanos. oh povo bom e bonito!

20.7.12

de maputo: está na hora de preparar a volta. as despedidas são sempre um até já! quem tem duas casas anda sempre entre sítios.
eu não sei se é efeito desta terra mas desde que estou em maputo parece que o mundo ficou, mais uma vez, de pernas para o ar. senão vejamos:

- recebi a notícia da morte (inesperada) de duas pessoas conhecidas;
- fui contactada por meia dúzia de pessoas com quem não falava há anos;
- um dos meus irmãos vai para cardiff;

(ah... e parece que vou ser tia, mas shiuu que ainda é segredo e estamos todos na expectativa a ver como corre...)

19.7.12

de maputo: já tremi. já estive febril. já tive dores de garganta. sim, estou em áfrica mas cá também há inverno e este ano está mais frio do que eu esperaria.

18.7.12


maputo cheira-me sempre a estes sons. perguntam-me porque lhe sinto a falta. é por isto. e pela sensação permanente de coração cheio.
de maputo: e, no seu ingles possível mascarado por uma pronuncia asiática difícil, ele disse algo como "in september or october, big cerimony with the President to start works, you are invited...". agora é ver se o chefe vai na conversa!