5.8.13



M83 - Midnight city

a ouvir. aos berros.
Mongólia, faltam 15 dias.

30.7.13

12 horas de trabalho diário mais 5 ou 6 de voltas de compotas. x é doida, completamente doida!

29.7.13

x voltou. em branco. foram seis anos. apagados. assim, puff...

9.7.13

era meia noite e oito minutos quando o telefone tocou. do outro lado diziam "parabéns!". sim, x está tão encalacrada no meio de convenções internacionais esquisitissimas que chegou o seu dia de aniversário e nem se apercebeu disso!

30.6.13


Marissa Nadler - The sun always remind me of you

20.6.13


Julianna Barwick - Forever (Nepenthe)

este é o álbum que aguardo com expectativa em 2013.

às flores de laranjeira eu já sabia que era absolutamente alérgica. mas hoje, por fim, descobri o nome daquela árvores que há espalhadas por lisboa, que têm uma flores lilazes (ou roxas) muito bonitas e tal, mas das quais eu não posso sequer chegar perto sob pena de me saltarem os olhos enquanto espirro - jacarandás! porra, tanto ouvia falar de jacarandás e não fazia ideia que eram aquelas árvores do demo que fazem com que quando chegue ao rossio fique a esvair-me em ranho.

18.6.13



Antony and the Johnsons - Fistful of love

hoje lembrei-me do que era chegar a casa e ouvir repetidamente isto. hoje lembrei-me como isto tanto me deixava feliz como me levava às lágrimas. hoje lembrei-me de como a vida na altura era, apesar de tudo, tão mais simples, tão mais leve, tão mais tudo. hoje lembrei-me de coisas bonitas.
coisas aleatórias sobre x: gosto de lençóis brancos, e capas de edredon brancas, e de toalhas brancas. tudo completamente branco.

17.6.13



Sigur Rós - Kveikur

o álbum é lançado hoje mas eu já o ouvi de uma ponta à outra. a crítica parece que é boa mas a mim não me satisfaz. hoje a Pitchfork diz "Valtari sounded like a dead end, and it did turn out to be the end of Sigur Rós as we knew it." sim, é verdade, mas eu gostava muito mais deles antes. isto que fizeram agora soa-me tanto a birras de casal  desavindo a tentar sobreviver ao fim de algo que foi bonito...

13.6.13

ontem reencontrei-te pelas ruas da cidade. retalhado em pedaços e distribuído entre sorrisos de tons diferentes. espelhado em olhos de brilhos e luz. marcado nas primeiras rugas de expressão que acompanham o crescer da vida. ontem reencontrei-te pelas ruas da cidade. e ofereci-te um sorriso com traços de saudade. dissemos sem palavras: reencontrar-nos-emos em casa, até lá espalha flores pelo caminho.

7.6.13



Paus - Deixa-me ser

Paus, Largo do Intendente (mesmo mesmo pertinho da casa de x), 12 de Junho

4.6.13

x confirmou que (quase todos) os homens que se atravessaram na sua vida são completamente parvos!

3.6.13

x percebeu este fim de semana que é inepta a lidar com homens. x confirmou, também, o que já vinha há muito a suspeitar. vem-se a comprovar insistentemente a existência de um delay qualquer entre o momento em que podia ter sido e o momento em que x vem a  saber que podia ter sido mesmo. pelo meio há um hiato de, em média, dez anos, acompanhado de silêncio e distância absolutos. por fim, x assumiu que não deixa amigos nas relações de ontem. eclipsam-se. mas, ao que parece, não se esquecem. nem x. é uma cena estranha esta.

17.5.13

depois de um dia demasiado longo cheio de mensagens assim:

X I need you to revise...
X please confirm...
X I need you to prepare...
X please text me as soon as...
X I have some additional queries...
X I need your help...
X please translate...
X we need your opinion...
X can we move forward?
X next steps?
X please complete this assignment...
X we need your advice by COB today...
X may we, should we, must we...

receber uma mensagem assim:

X I seem to be losing my mind...

é coisa para me pôr a chorar a rir.

16.5.13

não vejo televisão e não gosto de futebol, logo não tenho conversa para a grande maioria das pessoas.

14.5.13



Music go Music - Just me



13.5.13

bilhete nas mãos: lisboa - frankfurt - pequim - ulaanbaatar - estepe - estepe - estepe - estepe - deserto de gobi - deserto de gobi - deserto de gobi - estepe - estepe - estepe - ulaanbaatar - pequim - munique - lisboa - ufa!
e para continuar bem o dia:
 
MONGÓLIA: CONFIRMADO!

9.5.13


M83 - Wait

send your dreams
where nobody hides
give your tears
to the tide
no time
no time
there is no end
there is no goodbye
disapear
with the night

e foi isto que me devolveu a calma hoje.

7.5.13

a primavera angustia-me. nas estações do ano como no resto da vida, gosto do que é com vigor. como o frio ou o calor; o amor ou o ódio. não gosto de compassos de espera. nem de indefinições. não gosto de meios termos. a primavera deixa-me a pensar coisas estranhas e em permanente conflito interior. deixa-me expectante, à espera sei lá bem de quê.

6.5.13

estou tentada a criar um separador chamado "porque estou quase a ir às fuças da colega do lado".

3.5.13

passei uma semana na terra onde cresci. as pessoas com quem partilhei a adolescência estão velhas como o raio que as parta. quando perguntei à minha mãe se eu também estava com aquele aspecto miserável ela riu à gargalhada. por via das dúvidas cheguei a lisboa e pintei logo o cabelo.
tenho vindo a perceber que @s (muito pouc@s) leitor@s deste blog são, em média, uns dez anos mais nov@s do que eu.
x tem vários defeitos. um deles é não ter o mínimo de paciência para gente que diz que é o maior da sua rua e depois vai-se a ver mesmo espremidinho não sai nada de jeito. mas x tem outros defeitos piores: aborrece-se de morte com muita facilidade, não disfarça o nojo que sente de algumas conversas, não suporta gente snob ou cenas pseudo - sobretudo se for cenas pseudo das artes, cenas pseudo das artes irritam muito x pois x acha que a arte é a expressão máxima da alma humana e, por isso, cenas pseudo das artes dão tanto nos nervos a x que x fica piursa de todo - e também rói as unhas.

2.5.13

é em férias que percebo que sou workaholic. sobretudo se for em férias sem praia. sem o sol e o calor e a minha tenda e o mar e livros cheios de areia fico meio perdida, sem saber o que fazer. hoje voltei ao trabalho e (shiuuuu... eu sei que isto agora vai parecer mal) fiquei contente por estar de volta.
coisas que fazem x passar-se dos cornos: ter uma nova colega de trabalho burra que nem um cepo.
declaração de irs entregue. não tenho um único beneficio, uma única dedução. estou chateada porra!

1.5.13

depois de qualquer tipo de répteis, roedores, bichos com escamas ou com ar pré-histórico, odeio moscas. odeio mesmo moscas. ora a minha casa tem muitas janelas e a portada da cozinha dá para o jardim dos vizinhos. a modos que começa a primavera, abrem-se as janelas, e a casa é invadida por moscas. já disse que odeio moscas? mas que odeio mesmo? para evitar andar a pulverizar químicos de cinco em cinco minutos, alguém sabe alguma fórmula mágica para me livrar destes bichos nojentos? velas, cheiros, plantas, mezinhas, bruxedos, rezas... qualquer coisa?


John Lennon - Power to the people

23.4.13

e ao segundo dia de férias acordo com uma mensagem de um cliente dizendo:

"Morning X, (...) I would like to thank you and your team for the great work."

e agora vou meter-me no carro e fazer uma viagem de quase 400 km com duas gatas doidas.




she may go to Hell, of course, but at least she isn't standing still.

ee cummings

trust your heart if the seas catch fire, live by love though the stars walk backward

ee cummings 

22.4.13


Marble Sounds - No one ever gave us the right

sol. sol. sol. sol. sol. sol. sol. sol. sol. sol. sol. sol. sol. sol. e mais sol...



Oláfur Arnalds & Arnór Dan - Old Skin

primeiro dia de férias. acordei às 11.25h. depois de dezenas de emails pessoais e de trabalho, vou pôr a casa a cantar com o oláfur arnalds e o arnór dan.  quando estamos em paz a vida é tão bonita!

21.4.13

é meia noite e dezoito minutos. estou oficialmente de férias. 

onze dias sem trabalho (esperemos!).

17.4.13

estou sem tempo suficiente para ver o mundo correr e/ou sentir o que quer que seja para além do cansaço. esta é a razão para este blog estar assim, algo vazio.

11.4.13

eram 2.35h quando enviei o último email do dia de trabalho. eram 2.43h quando desci à garagem e entrei no carro. eram 2.46h quando, por fim, liguei a chave. e eis que, de imediato, o leonard cohen começa a cantar a hallelujah na tsf. e eu largo a rir e a pensar que deus deve ter um sentido de humor do caraças.
a vida de x: acordei às 9.45h são 00.56h e ainda tenho umas duas horas de trabalho pela frente. a vida de x é uma boa merda é!

10.4.13



Dry the River - Weights & Measures

estes rapazes dão alguma dignidade à dor de corno. para além disso, o Peter Liddle - aka the heavily tattooed frontman of London's Dry the River - tem potencial para me causar calores.
odeio anchovas! talvez odeie mais anchovas do que odeio nabos. 

9.4.13


  
Bruce Springsteen & The Seeger Sessions Band - We Shall Overcome
 
há uns dias, alguém me enviou um link de um dos temas do álbum We Shall Overcome de Bruce Springsteen & The Seeger Sessions Band dizendo que, por qualquer razão,  esse álbum fazia esse alguém feliz. eu não conhecia. e nem sequer sou apreciadora do género, nem do Bruce Springsteen. mas, fugindo de preconceitos, pus a tocar do princípio ao fim. dentro do género, o álbum é muito bom e não me aborreceu de todo. mas foi ao chegar aqui, a este We Shall Overcome, que o mundo tremeu. eu até já conhecia uma versão velha e arrastada deste símbolo da luta pelos direitos civis na América dos anos 60 do século passado. mas - talvez pelo momento político-social que vivemos, ou talvez porque a letra tem muito a ver comigo, com a minha relação com o mundo e com os outros e, sobretudo, com alguns aspectos muito intrínsecos a quem eu sou e como eu me relaciono com as pessoas, em especial aquelas que me são (ou foram) muito -, à medida que ia ouvindo este tema tudo o resto desapareceu e fiquei aqui, perdida, no meio desta enorme esperança de que um dia tudo se resolverá.

8.4.13

foi com uns olhos muito brilhantes e marejados de futuro, mas também de uma profunda tristeza, que o queres antes aprender a voar ? nasceu em abril de 2007. entre lágrimas e risos, dor e alegria, desespero e esperança, trambolhões e sucessos, a minha vida teve o percurso que tinha de ter sendo, quase sempre, um percurso solitário. desde então, fiz muita coisa que queria muito fazer:  por ironia de deus (só pode) fui empurrada para fora do mundo que conhecia e onde me sentia extraordinariamente segura ainda que profundamente insatisfeita e com a permanente sensação que estava a viver pela metade; por obra de deus (só pode) tive um daqueles momentos em que se diz "sim ou não" sem pensar e quando me apercebi da dimensão da coisa já era residente oficial na república de moçambique; estava sozinha, absolutamente sozinha, e bastante perdida dentro de mim; depois apaixonei-me  pelo céu africano e pela praia e pela cor e pelo sorriso de quem só tem sorrisos para oferecer; fui à àfrica do sul inúmeras vezes, vi leões e zebras e girafas e rinocerontes e hipopótamos e hienas e gnus e leopardos e elefantes e mais gnus e mais elefantes e mais zebras e mais girafas; atravessei a suazilândia de ponta a ponta, onde vi vacas e mais vacas e burros e mais burros, e gente bonita, e mais gente bonita e terra vermelha cor de sangue e mais gente bonita e vacas, muitas vacas e burros; acampei na ilha de inhaca inúmeras de vezes e no xai-xai e na ponta do ouro; dancei até a noite ficar dia, descalça, na areia, suada e à chuva; bebi muita laurentina preta e aprendi a gostar de gin tónico nas noites quentes de maputo; tomei banho de mar em benguerra e em magaruque, subi às dunas gigantes da ilha de bazaruto, onde também tomei banho de mar na companhia de peixes de mil cores e de golfinhos; sobrevoei parte da costa moçambicana, fiquei boquiaberta com a paisagem cá de baixo; sobrevoei, sozinha, o continente africano várias vezes, vi o sahara lá de cima, e as luzes da europa abastada a aparecer estridentes e tornar a noite em quase dia depois de 10 horas de voo; conheci muita gente que me fez o coração saltar de esperança no futuro, mas também conheci gente feia, e má; consegui, sozinha mas com ajuda de deus (só pode), um bom trabalho que me trouxe de volta a portugal e vi esse bom trabalho tornar-se o trabalho quase perfeito em pouco tempo; passei a sentir-me em família com as pessoas com quem partilho grande parte do meu dia; descobri uma quase-vocação e vários interesses que antes não sabia ter; sozinha, interessei-me por filosofia e física e arte e religião e história; sozinha, aprendi a poesia, descobri whitman e cummings e bukowski e rilke, e apaixonei-me por rilke e bukowski e cummings e whitman; fugi muitas vezes para o campo na urgência de ter os pés descalços em contacto com a terra; peguei no carro sem destino e só parei quando o cansaço dizia que era hora; descobri sons que me são muito, vi concertos que queria mesmo muito ver, mas desisti de salas de cinema que me angustiam no seu ambiente fechado e negro; sozinha, chorei todos os dias durante anos - pela imensidão e pelo exasperante vazio, pelo silêncio e pelo ensurdecedor ruído, pela ausência, pela distância, pela falta, pela dor alheia, pela tristeza dos olhos de outros, pela desordem das coisas, pela injustiça -, chorei todos os dias durante anos por coisas minhas e dos outros, algumas meio parvas. e, às vezes, chorei mesmo por nada, só porque as lágrimas teimavam em cair; sozinha, aprendi que me podia expressar pelo desenho e pela a fotografia, mas ainda não consegui dedicar-me totalmente a nenhum deles; sozinha, escrevi muito, apaguei muitas coisas que escrevi, voltei a escrever, voltei a apagar; sozinha, enfrentei e perdi medos; mas fiquei sensível a tudo, e tudo me doía até à alma, até que passei a ser fria e indiferente as mais das vezes; depois agucei o sentido prático, objectivo, mordaz; e, às vezes, fui má; fui aos balcãs, atravessei a bósnia quase em silêncio, e a sérvia, e o montenegro e parte da croácia; fui  a barcelona e a londres; sozinha, chorei na tate modern em frente a um rothko; passei três semanas de mochila às costas na índia, não gostei da índia, nem da cultura indiana, mas adorei a viagem, a experiência, a comida, a companhia, o limite de tudo, passei horas e horas e mais horas em viagens de comboio e de carro, não gostei da índia mas esta viagem foi uma enorme experiência humana e uma prova de resistência e superação; sozinha, voltei a moçambique uma e outra vez; algo contrariada, fui madrinha de um casamento que acabou ainda antes de começar mas que teve de começar para acabar; fui ao casamento de duas amigas que decidiram, contra quase todos, mostrar que o amor não tem barreiras; contudo, decidi que não ia a mais nenhum cuja presença pudesse evitar e, por isso, recusei pelo menos três convites de familiares; sozinha, absolutamente sozinha, procurei casa durante dois anos, conheci de cor todos os websites de imobiliárias em lisboa, mas só visitei meia dúzia de casas porque tinha os critérios preço-tamanho-localização-estilo muito bem definidos desde o princípio; sozinha, apaixonei-me perdidamente por uma casa mas não a consegui comprar porque alguém se atravessou pelo meio; sozinha, fiquei chateada e quase desistia da procura, cansei-me, amuei, chorei de raiva, vi bancos fechar-me as portas dizendo "não, nem pensar"; senti-me desacompanhada, e incapaz, e impotente; sozinha, respirei fundo, voltei à procura e passados poucos dias decidi visitar uma casa que já tinha visto anunciada há meses mas que por obra de deus (só pode) vim a encontrar numa imobiliária quase insignificante a um preço muito inferior; sozinha, suspirei e disse "vou vê-la só porque sim". apesar de velha e semi-destruída reconheci-a mal entrei, sozinha, na porta. e pensei "esta é a minha casa"; por obra de deus (só pode) consegui, sozinha, um crédito à velocidade da luz e no espaço de um mês comprei-a, sozinha, contratei uma empresa e tratei das obras, sozinha; quando, passadas exactamente dez semanas, entrei na minha nova casa pensei "esta casa é mesmo eu"; empacotei restos de vidas passadas, deitei quase todos os outros fora, comecei do quase-zero; vi que uma casa não fica pronta, está antes em permanente construção, como o resto da vida, na verdade; envolvi-me com pessoas que não deixaram história e com outras que pela ordem lógica das coisas não devia ter-me envolvido, mas percebi que a vida, às vezes, nos prega partidas e que não devemos dizer nunca "desta água jamais beberei"; não me apaixonei por ninguém; mas encontrei uma espécie de alma gémea por breves instantes. e foi bom, foi tão bom, perceber que o mundo tem gente que nos percebe as entrelinhas; dediquei-me de corpo e alma ao trabalho, passei a ser reconhecida pelos meus pares, mas também passei a receber beijos na testa e festas no cabelo do chefe e abraços e risos dos colegas; ainda assim, apeteceu-me desistir muitas vezes, fruto da tendência permanente de fugir em direcção à liberdade; mas mantive-me firme no sítio desta vez pois algo me dizia "x, pára lá um bocadinho e brinca como a gente grande agora"; descobri que o meu sítio é onde estiver desde que esteja bem, mesmo que esteja sozinha as mais das vezes; recentemente, ganhei uma sobrinha que é um novo amor que vai gigantear com o tempo; e ganhei novas ânsias e a vontade de ir onde, em delírios, dizia querer ir. por isso, planeei ir, sozinha, à mongólia e ao combodja, hei-de ir aos dois lados entretanto;  e, sozinha, decidi ser mãe do coração, mesmo que nunca venha a ser mãe de barriga. embora tenham passado só seis anos desde aquele abril distante de 2007, parece que se passaram vidas. parabéns a este blog que me viu crescer e que foi, quase sempre, a minha única verdadeira companhia.

2.4.13

a minha nova colega de trabalho irrita-me até aos ossos!

1.4.13

nada me satifaz. nada me chega.

e eu só queria o silêncio das gargalhadas saídas dos olhos.
 
mas nada me satifaz. nada me chega.

 
Low Roar - Patience

anti-histamínicos e corticoesteróides. abril portanto!

25.3.13

detesto sushi. e não é pelo peixe. é mesmo pelo arroz e pela nori. detesto.
a sério, deus-nosso-senhor, às vezes, parece doido!