11.6.14

coisas que x odeia: perceber que há quem não tenha vergonha na cara e se vanglorie disso e perceber que algumas dessas pessoas de algum modo fazem (ou fizeram) parte da vida de x.

5.6.14

julho = lisboa, funchal, lisboa, braga, lisboa, maputo, lisboa, braga, lisboa!

27.5.14

x tem aversão ao casamento. à instituição em si. mas também à festa ao vestido às flores ao arroz às fotografias... e porque tem aversão ao casamento, x recusa (quase) todos os convites que recebe. mas alguns não pode recusar, e vê-se obrigada a alinhar com a histeria colectiva em volta da coisa. no espaço de um mês, x tem dois convites. daqueles que não pode de todo recusar. x tem de ir. e x vai. algo contrariada, mas vai. x odeia casamentos. mas por razões maiores até faz o esforço e vai. agora não a convidem é para despedidas de solteira/o senão x tem um surto psicótico, foda-se!

repost #12

Gosto de drama. De sabor a saliva misturada com lágrimas. De suores colados em camas desfeitas. De latejar de veias. De emoções violentas. De vida de carne. De sangue vermelho. Gosto de momentos sem regras. Sem horas. Sem amanhã. Gosto de vidas agarradas em sopros. Gosto de alturas e de vãos e pontes. De lâminas e do torpor etílico. Gosto de chãos e de mesas. De voar. E de me pendurar como os morcegos. Gosto de dentes espetados. De unhas que marcam e de olhares descontrolados. De urgência. De vontade. De vida com raiva. Gosto do mundo no corpo.

repost #11

Por vezes, em silêncios longos, as imagens voltam com sinais escritos a ferro. Mas fica antes em silêncio porque já não bastam remendos. A casa ruiu. Queres antes aprender a voar?
o que fazer quando erramos e irremediavelmente nos perdemos num caminho que não é nosso?

26.5.14

 
 
Ólafurs Arnalds ft. Arnor Dan - Old skin
 

In these hands I'll hide, in these hands I'll hide
While this world collides, this world collides
It's not enough for me, it's not enough for me


quarta feira, no CCB!

20.5.14

queria escrever sobre a ressaca. mas ainda estou na fase da náusea. há toda uma readaptação física e mental que se impõe dada a ausência. a dependência de alma alheia talvez seja pior do que qualquer dependência química. não nos deixa marcas por fora. mas corrompe-nos por dentro até não termos lá nada. a não ser esta vontade de vomitar que teima em não passar.

12.5.14

repost #10

Um dia acordamos e tudo desapareceu. Nada é. Nada está. Vácuo. Só. As vozes misturam-se num interminável curso de sons imperceptíveis. Fingimos perceber. Fingimos estar. E fingimos ser o que alguém espera que sejamos, sem saber exactamente o que é isso, pois não sabemos nem quem somos, nem quem são os outros. Tentamos agarrar-nos a coisas que nos pareçam ligeiramente familiares. Tentamos olhar-nos no espelho e encontrar uma réstia de semelhança com a ideia que faziamos de nós. Mas, nada. Nada. Nada. Pedimos em silêncio que nos puxem de volta. (Parece sempre mais fácil voltar ao que se sabe do que enfrentar o que se não conhece.) Mas o abismo acena-nos promessas de tudo. E vamos. Brincam-nos com a cabeça depois. Arrancam-na. Fazem malabarismos perigosos. Voltam a pô-la no sítio por breves instantes. Mas é só para termos a certeza que nada é do que já foi. Voltam a arranca-la. E isto acontece sempre, sempre, sempre. Até percebermos que não somos nós que controlamos o movimento de vai e vem. Depois perdemos tudo. Mesmo o que antes parecia enterrado até ao centro da terra. Num plim tudo deixa de ser. Medo depois. Medo. Muito medo. Quem és tu que estás ai desse lado do espelho? Onde está o eu que tu roubaste? Confusão. Sons. Luzes. Risos. Lágrimas. Muito de tudo. E tudo muito. E, ao mesmo tempo, um vazio. Cheio. Um vazio cheio. É isso. Um vazio cheio. Descontrole. Alucinação. A certeza que a vida como era nos foge. Levam-na. Roubam-na. Mas enfim passamos a sentir tudo. Como antes não ousavamos sequer pensar que fosse possivel. Sentimos tudo. Bom e mau. E tudo lá, naquele sítio que dói e que faz rir. As palavras então saem disparadas por armas de arremesso perdidas algures no meio de nós. Ou então, ficam presas. E os lábios quietos. Xiuuu. Um dia, morremo-nos. Desistimos da guerra. Aceitamos que acabará ali. E que nada o pode impedir. Pomo-nos nas mãos de quem nos tolhe os movimentos. Dizemos que estamos à disposição. "Façam o quiserem! Eu não sou, não sei, não mando, não nada..." e pronto, morremos. E nesse exacto momento somos invadidos por um sopro quente de vida. Que nos entra pelos bocadinhos todos do corpo. Sentimo-nos levitar. Sim, sentimo-nos levitar. Sentimos os olhos encher-se de luz. Ficar transparentes. Mudar de cor. Passamos a ver à frente e atrás. Por fora e por dentro. Pelas margens e através. O coração bate. O peito enche-se. As lágrimas, essas, continuam a despedir-se de ontem. Misturam-se com o riso pela descoberta do plano onde o espaço e o tempo se misturam numa esquizofrenia de sentidos. Á nossa volta, luzes dançam. Vozes cantam. E dão-nos as boas vindas à terra de ninguém e de todos. Depois, renascemo-nos. Sem quase nada a ocupar-nos por dentro. Prontos a recomeçar. Mas agora num patamar acima. Crescemos um bocadinho mais em direcção a casa. Sabemo-nos no sítio certo. Mas ainda assim, às vezes temos saudades. No fim, o terror acaba. O dia volta. E passamos a perceber que entre a loucura e a iluminação a diferença é muito ténue.

repost #9

Há muito tempo que nada vinha com tamanha violência. Tudo é sentido e vivido ao extremo. No arame. Como que a testar os limites do céu. A avalanche de emoções apanha-nos sem avisar. Num imenso e barulhento Buummm invadem-nos. Toma-nos conta. A mente ultrapassa todos os limites imagináveis de capacidade de processamento. Ficamos muito perto da alucinação. Obrigamo-nos a discipliná-la, tentando reproduzir em cores, sons e palavras um bocadinho do que vemos. O dia e a noite não chegam. Tudo é imenso. Tudo é imenso. Sabemos de onde vem. Só não sabemos ainda para quê. Nada é previsível, e o que se anuncia de cara tapada nem sempre é simpático. Ou então é, mas chegar lá aperta muito. A chamada é feita por arrepios quentes que entram pelas pontas dos dedos e nos transportam para a gravidade zero do ser. Os olhos ficam ofuscados e passamos a ver por um ponto qualquer alojado no centro da testa. E tudo passa a ser de verdade e incondicional. Mesmo que não nos faça sentido. Acabou o intervalo.

repost #8



Mãos transparentes arranham por dentro. Salpicadas a vermelho saem as palavras depois.

repost #7



Arrancaram os medos com ferros quentes.
Depois queimaram-nos num auto de fé.

repost #6

Rasguei-te a pele com os dentes, mordi-te coração e cuspi-o, limpei a boca e segui.

repost #5


 
Hoje decidi levar-te ao cadafalso e olhar-te nos olhos enquanto a lâmina cai.

repost #4

Enternece-me a transparência de quem ama pela primeira vez na mesma medida em que me entristece a palidez do olhar de quem teve de voltar a dar passos no escuro.



Balmorhea - Coahuila

coisas que x odeia: patchwork! x odeia patchwork.

9.5.14



Coldplay - Sky full of stars

coldplay não é, de todo, coisa que eu oiça sem ser por mero acaso. mas hoje acordei cedo e, pouco passava das oito da manhã, já ia a caminho do escritório. agora o caminho é diferente, mas praticamente igual ao de uns anos atrás. é uma espécie de gincana por lisboa que me obriga - entre curvas e contracurvas - a atravessar as artérias principais da cidade. e foi ao atravessar a avenida da liberdade que, numa esquina qualquer vi um cartaz de publicidade a qualquer coisa que não percebi o que era que tinha uma frase que dizia algo como "demands shout from rooftops". ao mesmo tempo, começava a tocar isto no rádio - que estava com o som algo alto, como sempre pela manhã. e, não sei bem porquê, naquele momento pareceu-me que o mundo fazia sentido. o que é curioso, porque nem sequer gosto particularmente deste som...

5.5.14

x esteve a preencher a declaração do irs e ficou com vontade de mandar o país inteiro para a puta que o pariu!
 

3.5.14

repost #3

misturam-se os corpos, há uma sofreguidão da alma que pede mais, fecham-se os olhos e arrancam-se em fogo as vontades que não se querem, raiva, como te odeio, não, não foi nada, se os olhos não se cruzam o colar da pele é desimportante, e quando o dia recomeça o ontem não foi, quem és tu que ocupas a minha cama, frio, amanhã tentamos outra vez, mas não, não me queiras ver por dentro, não tenho lá nada que te possa dar.

repost #2

e há alguns alguéns que nos fazem escrever e escrever e escrever e escrever e escrever e escrever e escrever e nos trazem imagens e sons e coisas que não sabemos muito bem de onde vêm e cores muitas muitas muitas cores e pesadelos e nuvens e trovões.

repost #1

eu podia levar a vida inteira a tentar, mas jamais conseguirei explicar o ar que ri. e olhando para trás não me reconheço.
P1100292

às vezes tento chamar a memória. mas desfiz-me de tudo. 

este blog fez 7 anos em abril. x esqueceu-se de lembrar a data. entretanto, há uns meses, x escondeu 6 anos de histórias. x decidiu hoje republicar algumas. o queres antes aprender a voar ? passa, a partir de hoje, a ter uma secção de reposts. e já agora, parabéns a mim e ao queres antes aprender a voar ? que, entretanto, se tornou o meu confidente. e um dos meus melhores amigos.

2.5.14

x acha que sempre soube que havia de ser assim. x acha que, na verdade, nunca pensou que pudesse ser diferente. a vida de x é inteiramente dedicada ao seu trabalho. e às pouquíssimas pessoas que fazem parte do seu pequeno núcleo de sanidade. x não é o seu trabalho. mas o seu trabalho toma-lhe conta de quase tudo. a parte boa, é que x gosta. divirte-se. sente-se bem. x acha que é a isso que se chama "sentirmo-nos realizados". é assim que x se sente. e o pouquíssimo tempo que tem para dedicar às pessoas que fazem parte do seu núcleo de sanidade é gasto em risos e olhos brilhantes. porque x está feliz. porque x é feliz.

30.4.14



The unwinding hours - Knut

x recebeu duas óptimas notícias logo pela manhã:

- x vai comprar uma casa nova para os pais.

- o irmão mais novo de x vai ficar mais uns meses a estudar fora e depois disso talvez fique a estagiar no departamento de design de uma marca automóvel muito conhecida (vá lá, todos a fazer figas!).

x está feliz. muito feliz! e está a ouvir isto aos berros e aos pulinhos!

29.4.14



Tindersticks - Let's pretend

fingimos. que não sabemos. que não queremos saber. fingimos. sempre. assim é mais fácil. eu sei.

27.4.14


Ben Howard - Oats in the water

se é possível apaixonarmo-nos por uma voz? é.

7.4.14

x começa hoje um novo ciclo. exactamente ao fim de um percurso de sete anos que, ao que parece, está a devolver x ao sítio de onde partiu. é curiosa a vida. são intrigantes os desígnios do universo. voltamos quase sempre ao sítio de onde quisemos sair a correr. e quando estamos de volta percebemos como a saída fez sentido. mas como a volta ainda o faz mais. sim, é curiosa a vida. e são intrigantes os desígnios do universo. 

31.3.14

x odeia várias coisas. uma delas são flores mortas. x odeia flores mortas. nunca, mas mesmo nunca, ofereçam ramos de flores, mortas, a x. mas x odeia ainda com mais vigor diamantes. nunca ofereçam a x diamantes. nem nunca lhe digam que os diamantes são as pedras do amor. diamantes são pedras. só. pedras que matam. e que fazem matar. x odeia, visceralmente, diamantes.

segunda viagem do ano confirmada: Moçambique!! de regresso à minha Maputo e, quem sabe, com um salto a Pemba!
primeira viagem do ano confirmada! Madeira. para festejar o meu aniversário com o grupo de amigos mais supercalifragilisticexpialidocious do mundo. 
Chrysta Bell. à porta da casa de x. ontem.



Chrysta Bell - Right down to you

28.3.14

de como gastar 800 € num piscar de olhos:
 
entrar no carro, dar à chave, meter a primeira, andar dez metros, ouvir uma chiadeira de cada vez que se carrega na embraiagem, sentir o pedal a tremer, levar à oficina, pagar.

27.3.14

a minha balança deve estar doida! é que hoje saltei-lhe para cima e ela respondeu que tenho quase menos 5 quilos do que há 15 dias!
o meu peugeotzinho pequeninho e a dar para o quase-velhinho está a querer dar o berro! estou tramada!

26.3.14

quando quer, ou quando a irritam até à moleirinha, x consegue ser muito bitchy!
7:40h. café tomado. vamos lá saltar para a máquina. é como quem diz: bom dia!

25.3.14

23:37h.
sim, ainda estou a trabalhar.
sim, comecei às 10:00h.
sim, ainda não jantei.
sim, ainda tenho umas horas pela frente. 
não, não sei nada do que se passa na cidade.
não, não sei nada do que se passa no mundo para além das letras gordas dos jornais online.
não, já não me lembro de pegar num livro sem ser os que sou obrigada a usar todos os dias em trabalho.
não, já não bebo uma cerveja com amigos há meses. 
sim, tenho uma vida de cão.
há pessoas assim. que nos consomem por dentro. às vezes tenho dúvidas se é sorte ou azar cruzarmo-nos com elas. mas arrisco na sorte. essas pessoas, aquelas que nos consomem por dentro, dão-nos a conhecer mundos antes ignorados: o mundo dos sentidos, da desnecessidade de razões, do correr às cegas, das pernas para o ar, da fatalidade. essas pessoas, aquelas que nos consomem por dentro, dificilmente saem do lugar que tomam como seu. ficam ali. presas a nós. por dentro. azar é nunca ter assim alguém, que nos consome por dentro. mesmo que aqueles que nos consomem por dentro só façam exactamente isso - consumir-nos. mas quando aqueles que nos consomem por dentro só fazem isso - consumir-nos - inevitavelmente chega o dia em que queremos arrancá-los de nós. à força. a frio. e fazemos isso, trazendo para a guerra outros alheios à nossa desestruturação por dentro. porque resta nada depois de sermos consumidos. nada. e rendemo-nos ao jogo. como se fossemos mais do que um no mesmo corpo. e, quase sempre, fazemos com os outros aquilo que as pessoas que nos consomem por dentro um dia nos fizeram. destruimo-los. as pessoas que nos consomem por dentro, ou nos roubam a vida ou nos transformam em monstros. vivemos entre esses dois estados: a ausência da vida e a vontade de sangue. andar em bicos de pés, tentando evitar cair para um ou outro lado é o que nos pode salvar. até que apareçam outras pessoas, que nos consumam por dentro. sem razões. só porque sim. pessoas em cujos olhos vemos o abismo. e nos perdemos nele. entre suor e saliva e roupas arrancadas e raiva no corpo. e queremos mais. mais. mais. e no dia em que a vontade de cuidar nasce no meio do caos dos corpos o mundo fica diferente.

Bon Iver - Bon Iver

40m, 12,1km, ao som de bon iver. a juntar a mais 20m e 6km pela manhã (sim, acordei mais tarde do que queria porra!)

em pouco mais de uma semana perdi 3 quilos e recuperei uma força nas pernas que já não me lembrava que tinha!

24.3.14

"ai e tal, oh x como é que aguentas 40m a quase 18km/h sem parar?"
 
olho em frente e visualizo todas as pessoas que odeio e a quem me apetece partir a cara toda (não são muitas, são só duas ou três)!
foi o meu segundo ou terceiro amor de adolescente tinha eu uns 13 ou 14 anos. foi com ele que dei os primeiros beijos na boca. coisa estranha essa na altura. aquilo nunca deu em nada, como quase nenhuns amores de adolescente dão em nada. passados muitos anos reencontrei-o. e na altura ia dando coisa, mas não deu. e se tivesse dado, seria asneira, por sinal. depois perdi-lhe o rasto de novo. há uns anos voltei a encontra-lo. lembro-me que conversamos imenso, embora nada tivessemos em comum já. na verdade, em comum nunca tivemos nada, mas os amores de adolescente são assim mesmo: só hormonas e contos de fadas. mas nesse último reencontro olhou-me de forma diferente, como quem diz: podia ter-te tido e não tive. ora pois não teve, que os amores de adolescente, em regra, desaparecem assim: puff! e se não desaparecesse por si só, desapareceria pelas diferenças abissais entre as nossas vidas, os nossos quereres, as nossas ambições, os nossos gostos, nós, portanto. nós, que nada temos em comum para além de uns beijos na boca semi-inocentes dados às escondidas lá pela escola. hoje descobri que casou com a irmã de uma colega dos tempos da residência universitária que eu jamais  imaginaria que se pudesse vir a cruzar com algum dos meus amores de adolescente. ri tanto!

Jane's Addiction - Nothing's shocking

hoje foram 40 minutos, traduzidos em 11,5 km, ao som de m83. amanhã (hoje) o dia vai começar assim. 7 da manhã. 40 minutos. cerca de 11 km. até ao fim do jane says.
a minha idade mental desacompanha a minha idade física. isso parece-me óbvio.

20.3.14

o facebook tem esta coisa terrível - faz-nos voltar a cruzar com pessoas há muito distantes. consequentemente constato que os meus amigos mais próximos têm um gene qualquer que retarda a idade!
é algo que me acompanha. ter a vida em caixas. desta vez é a vida profissional. seis anos de estudo, de noites quase sem sono, de folhas de papel riscadas e com notas hoje difíceis de perceber. seleccionadas. umas para o lixo. outras metidas em caixas. é algo que me acompanha. ter a vida em caixas. desta vez não por ruptura. mas por movimento conjunto. faço parte de um projecto. e mudo-me com ele. até um dia me cansar. ou não. ao arrumar a vida em caixas, percebemos o lixo que vamos acumulando ao longo. e isto também é algo que me acompanha. o que antes importou transformado em lixo. e a limpeza radical que pontualmente vou fazendo. e não é só papel que vai na enxurrada. às vezes, também vão pessoas. de vez.

18.3.14


 
Pantera - Walk

alguém sugeriu num comentário que ouvisse o walk dos pantera. não pude conter o riso quando percebi que passaram 20 anos desde que os vi em cascais. na altura tinha um pseudo-namorado punk, achada piada ao phil anselmo e fiquei 15 dias a comer esparguete cozida com sal para poder pagar o bilhete.

16.3.14



Die Antwoord - Enter the Ninja

ora bem, resumindo: 
 
- na semana de iniciação à coisa fiz 20m de exercício de manhã, mais 20m à noite (quer dizer, em regra é mesmo já de madrugada!).
 
- a partir de hoje passo para os 30m com o objectivo de chegar ao final da semana a fazer 40m.
 
- tenho procurado dormir pelo menos 6 horas por dia.
 
- a diferença nas pernas é absolutamente inacreditável.
 
- a energia durante o dia, também.

- ainda assim, este fim de semana está a ser passado no escritório com Die Antwoord como companhia.

13.3.14

há gente que abre a boca e me causa imediata vontade de vomitar - vivo com um desses espécimens ao lado há mais de um ano. arranjei uma forma de me alhear. mas estou a ficar algo surda por causa do volume do fones. nos dias maus é de punk para cima.


M83 - Reunion

acordar às 7 da manhã e pôr a casa a cantar isto tem a sua graça.